domingo, janeiro 17, 2021

Ex-prefeito Vanderlei Borges de Carvalho divulga nota sobre a enchente de janeiro e os piscinões

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Rafael Arcurihttps://facebook.com/orafaelarcuri
Rafael trabalha na redação do Fala São João desde sua fundação em 2011. Nos anos seguintes, ele liderou o setor de marketing da empresa e publicou mais de 4.000 artigos — um mix de notícias de última hora, notícias policiais, notícias políticas e muito mais.
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Um alagamento ocorrido esses dias na rua Oscar Janson, foi alvo de comentários sobre a eficácia dos piscinões e dos recursos despendidos para construção dos mesmos. Por isso acho importante fazer uma volta ao passado.

São João tem quase 200 anos e as ocupações das margens, principalmente do córrego São João, foram muitas ao longo da história, sem que se tomassem as providências para impedir a invasão das áreas de várzea.

Só para citar algumas: a construção do prédio do INSS, Escola de Comércio, prédio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, fora as casas e comércio construídos até mesmo em cima do curso d’água.

Em um dos comentários, alguém disse que os recursos gastos nos piscinões deveriam ser aplicados na remoção de moradores e construções da beira do córrego.

Em primeiro lugar, principalmente os moradores, tem uma história de vida nos lugares onde moram; em segundo lugar o custo disso demandaria valores impraticáveis para os cofres do Município. Fosse assim tão fácil, São Paulo já teria removido todos os moradores das margens dos rios que cortam a cidade.

Os piscinões nasceram de um Plano de Macrodrenagem desenvolvido pelo Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo – DAEE e os projetos custeados pela SABESP.



Neste plano constam os dois principais piscinões que são o do Recanto do Lago e da Rua Henrique Martarello, bem como a construção da barragem de múltiplo uso (represa), que durante as cheias vai controlar a vazão do rio Jaguari e possibilitar o escoamento da água na região da Campos Salles e adjacências.

Além desses 2 piscinões, estão previstos mais três: um no DER, um próximo da antiga Brasfio e outro no Jardim Leonor. Aliado a isso, o plano de Macrodrenagem projeta a construção de inúmeras galerias, sendo que algumas já foram feitas. Por exemplo, a Vila Santa Edwiges, que sofria com alagamentos recorrentes, hoje melhorou muito. A região do Trevo de Prata nunca mais alagou depois das obras do piscinão da Vila Brasil. Na parte alta, muitas galerias foram feitas: Rua Alan Kardec, Rua Mato Grosso, Jardim Progresso, Bairro do Santo Antônio, entre outras. Algumas ainda estão em execução.

Segundo estudos de engenharia, os dois piscinões já reduziram o volume das enchentes na região em 76% e isso é visível. É importante entender o plano de macrodrenagem como um todo e a sua sequência ao longo dos próximos anos com um custo muito menor tanto social como financeiro e terá um impacto muito grande na resolução das questões de enchentes em São João.

Vanderlei Borges de Carvalho, Ex-prefeito de São João.

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